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Mostrando postagens de 2008
Os empregados da EPA (Agência de Protecção do Ambiente) receberam recentemente um e-mail com ordens para não prestar declarações a jornalistas ou a auditores internos. A EPA tem estado sob fogo depois de ter recusado regular as emissões de gases com efeito de estufa, apesar das opiniões em sentido contrário dos seus cientistas. Há uns dias atrás, soube-se que um relatório da EPA sobre os problemas do aquecimento global para a saúde humana havia sido censurado. Barbara Boxer, a presidente do Comité para o Ambiente do Senado, fala em cedências aos grandes poluidores.

Abandonemos Doha, salvemos o clima

Abandonemos Doha, salvemos o clima 06-Ago-2008 Walden Bello Há algo de surreal nas actuais negociações da Organização Mundial para o Comércio em Génova, que pretendem trazer um novo acordo para reduzir as tarifas e expandir o comércio mundial, rescuscitando o crescimento global. Na face do espectro das alterações climáticas, estas negociações resultam numa discussão sobre a distribuição das cadeiras no convés enquanto o Titanic se afunda. De facto, um dos mais importantes passos na luta para alcançar uma estratégia viável para lidar com as alterações climáticas seria o abandono da chamado “Ronda de Doha”. O comércio global é depende de transportes altamente dependentes de combustíveis fósseis. Estima-se que cerca de 60% do uso de petróleo a nível mundial se concentra nos transportes, que dependem em mais de 95% de combustíveis fósseis. Um estudo da OCDE estimou que o sector de transportes global contribui com cerca de 20-25% das emissões de carbono, estando cerca de 66% destas emissões...
estudo sobre a qualidade do ar no Estado mostrou que os 6,5 milhões de veículos que circulam na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) são a maior fonte de poluição da atmosfera. Respondem por 97% das emissões de monóxido de carbono (CO) e 40% de material particulado (MP).fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br/sis/lenoticia.php?id=84450&siteID=1

QUINZE GERAÇÕES MUTILAM O AMBIENTE QUE 550 PRESERVARAM

Idéias para uma história das quinhentas e cinqüenta gerações de Índios que aqui viveram A região dos cerrados é um ponto de encontro entre a Amazônia, o Nordeste e o Sul. O planalto, é recortado pelos rios das três grandes bacias brasileiras Amazônica, Paraná e São Francisco, acompanhadas de matas de galeria, ora mais ora menos largas. No encontro das nascentes dos rios das três bacias, formou-se uma extensão maior de floresta, conhecida como Mato Grosso de Goiás. As áreas de matas oferecem solos para cultivos, a serem instalados no começo das chuvas de verão, o campo e o cerrado é muito rico em caça e em grande variedade de frutos que podem complementar a agricultura no começo das chuvas. Os rios proporcionam muito peixe no começo da seca. Para as populações humanas ancestrais dos grupos indígenas atuais os arqueólogos classificam suas culturas, utilizando termos como Tradição e Fase, que não têm relação direta com os grupos lingüísticos, porque não se tem conhecimento sobre as língua...

A proteção das florestas é cada vez mais vista como uma atitude essencial para combater as mudanças climáticas

A proteção das florestas é cada vez mais vista como uma atitude essencial para combater as mudanças climáticas. O governo brasileiro assinou na última semana um decreto que cria um fundo para preservação da Amazônia. Outros países e instituições assumem posturas semelhantes, uma vez que o desmatamento é apontado como uma das principais fontes de emissões de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. A importância dessas iniciativas é reforçada por um estudo australiano que comprova que a capacidade de florestas intactas em armazenar carbono é três vezes maior do que o previsto até então. Elas também são 60% mais eficientes nesse sentido do que as florestas plantadas. Cientistas da Universidade Nacional da Austrália, que publicaram um relatório sobre o tema nesta terça-feira, dizem que o papel das florestas selvagens, assim como o da biomassa de carbono verde pertencente a elas, foi subestimado na luta contra o aquecimento global. “Na Austrália e, provavelmente em todo o mundo, a capacidade...

A nova forma de vida de David Rothschild

Segunda-feira, 28 de Abril de 2008A nova forma de vida de David RothschildTalvez seja se estranhar que um dos herdeiros de uma fortuna de cerca de 500 milhões de euros tenha hábitos ecológicos como os e David Rothschild. São exemplo desse estilo de vida os 3 meses que passou sem tomar banho aquando da exposição que realizou no Pólo Norte entre a Rússia e o Canadá, os duches rápidos que começou a tomar, a reciclagem de todo o lixo que produz e a alimentação vegetariana que tem.O milionário percebeu que queria vender causas ambientais e não camisolas da Britney Spears quando arranjou um emprego numa agência de merchandising.Assim, Rothschild fez uso do seu (famoso) nome para angariar fundos aquando da fundação da Adventure Ecology, uma organização ambiental.Após uns tempos de alguma rebeldia enquanto frequentou o colégio, uma vez que frequentemente era expulso ou fugia do recinto, terminou a licenciatura em Ciências Políticas na congratulada Universidade de Oxford, em Londres. Seguidamen...
Na vasta área da Grande Porção de Lixo do Pacífico, a água-viva e outros animais que se alimentam por filtragem, freqüentemente consomem o lixo flutuante ou ficam presos nele Na vastidão do norte do Oceano Pacífico, existe o Redemoinho Subtropical do Pacífico Norte, um lento espiral de correntes, criado por um sistema de alta pressão de correntes de ar. A área é um deserto oceânico, cheio de fitoplânctons minúsculos, mas com alguns peixes e mamíferos grandes. Devido à falta de peixes grandes e ventos suaves, pescadores e marinheiros raramente viajam pelo redemoinho. Mas a área tem mais coisa além de plâncton: lixo, milhões de quilos de lixo, a maioria plástica. É o maior depósito de lixO redemoinho realmente deu origem a duas grandes massas de lixo que se acumulam, conhecidas como Porções de Lixo do Pacífico Ocidental e Oriental, às vezes, chamados coletivamente de Grande Porção de Lixo do Pacífico. A Porção de Lixo Oriental flutua entre o Havaí e a Califórnia; os cientistas estimam qu...

Depósitos flutuantes de lixo são fenômeno natural

Depósitos flutuantes de lixo são fenômeno natural Por que o maior depósito de lixo do mundo está no Oceano Pacífico? por Jacob Silverman - traduzido por HowStuffWorks BrasilNeste artigo1. Introdução 2. Efeitos do plástico e a grande porção de lixo do Pacífico 3. Mais informações 4. Veja todos os artigos sobre Ciências da Terra IntroduçãoNa vastidão do norte do Oceano Pacífico, existe o Redemoinho Subtropical do Pacífico Norte, um lento espiral de correntes, criado por um sistema de alta pressão de correntes de ar. A área é um deserto oceânico, cheio de fitoplânctons minúsculos, mas com alguns peixes e mamíferos grandes. Devido à falta de peixes grandes e ventos suaves, pescadores e marinheiros raramente viajam pelo redemoinho. Mas a área tem mais coisa além de plâncton: lixo, milhões de quilos de lixo, a maioria plástica. É o maior depósito de lixo do mundo, que flutua no meio do oceano.